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CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Capes participa de Fórum Nacional da Undime PDF Imprimir E-mail
Publicada por Assessoria de Comunicação Social da Capes   
Quarta, 16 de Maio de 2012 17:59

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante compareceu nesta terça-feira, 15, na abertura do 5º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), onde a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) participa com um estande no qual os visitantes podem ter acesso a materiais informativos sobre a fundação, revistas e folders alusivos aos 60 anos, além de informações sobre programas como o Programa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid), Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor) e Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB).

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(Foto: Thaís Sautchuk - ACS/Capes)

Sob a temática 25 Anos Construindo Redes, o evento é sediado no Centro de Formação dos Profissionais da Educação (Cenforpe), em São Bernardo. Na ocasião da abertura, o ministro conclamou os gestores da educação brasileira a um grande pacto nacional pela alfabetização na idade correta. "Alfabetização é absoluta prioridade, e não faltarão recursos para cumprir essa tarefa", disse. Para o ministro, é fundamental a alfabetização na primeira fase, até os oito anos de idade.

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(Foto: Thaís Sautchuk - ACS/Capes)

Ao apresentar aos gestores as prioridades e programas do MEC, o ministro destacou a importância estratégica daqueles voltados para a primeira infância, para crianças até três anos de idade. "Na fase de descoberta do mundo, é importante que se dêem todos os estímulos pedagógicos, fundamentais para a construção dos valores nessa faixa etária", disse.

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(Foto: Thaís Sautchuk - ACS/Capes)

O evento, que segue até o dia 18 de maio, discute temas como o Plano Nacional de Educação, políticas públicas educacionais, o plano municipal de educação e o memorial da gestão e educação na América Latina. Terão ênfase as relações entre municípios, diferentes setores, instituições, sociedade civil, governo e Congresso Nacional em busca de educação de qualidade. A programação completa do evento está disponível no site www.undime-sp.org.br.

(Com informações do MEC)

 
Parfor é tema de Oficina de Trabalho na Capes PDF Imprimir E-mail
Publicada por Assessoria de Comunicação Social da Capes   
Quarta, 16 de Maio de 2012 15:49

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) sedia nos dias 16 e 17 de maio a oficina de trabalho do Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor) "Socializando experiências e apresentando propostas". O encontro é organizado pelo Fórum de Pró-Reitores de Graduação das Universidades Brasileiras (ForGRAD) e reúne pró-reitores, coordenadores de fórum estadual e coordenadores Parfor nas instituições.

A oficina aborda, em especial, três temas: Financiamento; Regime de Colaboração: Infraestrutura e Parcerias; e Avaliação, Reconhecimento e Formação Continuada. As discussões são feitas por meio de grupos de trabalho, que produzirão, ao fim do encontro, em plenária, um documento a ser protocolado junto ao Ministério da Educação (MEC).

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Pró-reitores, coordenadores de fórum estadual e coordenadores Parfor se reúnem em oficina de trabalho (Foto: Guilherme Feijó - ACS/Capes)

Em sua fala de abertura, o presidente nacional do ForGRAD, Waldenor Barros Moraes Filho, afirmou que o objetivo da oficina é, a partir de discussões e reflexões, traçar o panorama atual do Parfor nas universidades. "Selecionamos temas que carecem de aprofundamento e que serão discutidos por pessoas que lidam e fazem o Parfor acontecer", explicou Barros. Serão incluídos ainda no documento dificuldades encontradas pelos coordenadores na execução do programa, avanços e propostas de melhorias.

Para o coordenador–geral de Desenvolvimento de Conteúdo Curricular e de Modelos Experimentais, Helder Eterno, a política de atuação que a Capes vem desenvolvendo prima pela aproximação entre a educação Básica e a pós-graduação e o Parfor é um exemplo disso. "O Parfor vem fazer com que a universidade tome para si o problema da formação de professores", disse.

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Segundo coordenador da Capes, política de atuação da agência aproxima universidade e educação básica (Foto: Guilherme Feijó - ACS/Capes)

Eterno citou ainda a importância da articulação entre o Parfor e os demais programas da diretoria como o Programa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid), Programa de Consolidação das Licenciaturas (Prodocência), Novos Talentos, Observatório da Educação e o, ainda em fase de elaboração, Escola sem Fronteiras. "Essas são ações que revelam o comprometimento da Capes com essa missão [da educação básica]", completou.

Parfor
O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, coordenado pela Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica (DEB) da Capes, foi lançado em maio de 2009 com a meta de formar cerca de 330 mil professores que exercem a profissão sem formação adequada. Do total de vagas, 52% são em cursos presenciais e 48% em cursos a distância.

O plano é gerido pela Capes, em parceria com as secretarias de educação dos estados e dos municípios e as instituições públicas de ensino superior. O objetivo é melhorar a formação dos docentes em exercício na rede pública, o que influencia na qualidade do ensino que as crianças e os jovens recebem nas escolas.

O Parfor oferece cursos de graduação para educadores em exercício no magistério público que estão em uma das três situações: professor que ainda não tem curso superior (primeira licenciatura); professor com graduação, mas que leciona em área diferente daquela em que se formou (segunda licenciatura); e bacharel sem licenciatura que precisa de estudos complementares que o habilitem ao exercício do magistério.

Acesse aqui mais informações sobre o Parfor.

 
Universidade Federal de Alfenas realiza seminário de socialização Pibid PDF Imprimir E-mail
Publicada por Assessoria de Comunicação Social da Capes   
Terça, 15 de Maio de 2012 14:16

A Universidade Federal de Alfenas (Unifal) promove entre os dias 16 e 18 de maio, o 2º Seminário de Socialização do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Unifal (Pibid/Unifal). O encontro contará com a participação de todos os licenciandos envolvidos no programa, professores das escolas parceiras, demais professores e acadêmicos dos diferentes cursos de licenciatura. As inscrições estão abertas até o dia 16.

A Unifal integrou-se ao Pibid em abril de 2010, contando com 88 acadêmicos inseridos nos subprojetos das seguintes licenciaturas: Física, Matemática, Química, Letras, Ciências Biológicas e Pedagogia. Em 2011, o Pibid foi estendido a todas as licenciaturas da instituição.

Os subprojetos dessas áreas estão sendo desenvolvidos por 192 licenciandos bolsistas e atendem, em média, 6.506 alunos da educação básica, distribuídos em dez escolas públicas da cidade de Alfenas. Em março de 2011, foi realizado o 1º Seminário de Socialização do Pibid, que contou com mais de 600 inscritos.

Mais informações no site do evento.

Pibid
O Pibid é coordenado pela Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e é uma proposta de valorização dos futuros docentes durante seu processo de formação. Tem como objetivo o aperfeiçoamento da formação de professores para a educação básica e a melhoria de qualidade da educação pública brasileira.

O Pibid oferece bolsas de iniciação à docência aos estudantes de cursos de licenciatura que desenvolvam atividades pedagógicas em escolas da rede pública de educação básica; ao coordenador institucional que articula e implementa o programa na universidade ou instituto federal; aos coordenadores de área envolvidos na orientação aos bolsistas; e, ainda, aos docentes de escolas públicas responsáveis pela supervisão dos licenciandos. Também são repassados recursos de custeio para execução de atividades vinculadas ao projeto.

(Com informações da Unifal)

 
Estudante de escola participante do Pibid é selecionada para programa nos EUA PDF Imprimir E-mail
Publicada por Assessoria de Comunicação Social da Capes   
Terça, 15 de Maio de 2012 14:17

A estudante de ensino médio, Yasmin Garcia Gonçalves, foi uma das duas brasileiras contempladas pela Embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) para participar do programa National Youth Science Camp (NYSC). Yasmin é aluna da Escola Estadual Messias Pedreiro - instituição participante do Programa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid) - localizada em Uberlândia, Minas Gerais.

Como premiação, a estudante participará, de 27 de junho a 21 de julho deste ano, de um acampamento na Floresta Nacional de Monongahela, em Charleston, na West Virginia (EUA), onde serão realizadas palestras e seminários ministrados por cientistas, visitas à instalações em Washington D.C., excursões noturnas na floresta e competições, entre outras atividades, com o objetivo de estimular nos jovens o interesse pelas ciências.

Pibid
O Pibid é coordenado pela Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e é uma proposta de valorização dos futuros docentes durante seu processo de formação. Tem como objetivo o aperfeiçoamento da formação de professores para a educação básica e a melhoria de qualidade da educação pública brasileira.

O Pibid oferece bolsas de iniciação à docência aos estudantes de cursos de licenciatura que desenvolvam atividades pedagógicas em escolas da rede pública de educação básica; ao coordenador institucional que articula e implementa o programa na universidade ou instituto federal; aos coordenadores de área envolvidos na orientação aos bolsistas; e, ainda, aos docentes de escolas públicas responsáveis pela supervisão dos licenciandos. Também são repassados recursos de custeio para execução de atividades vinculadas ao projeto.

 
Estudantes de baixa renda farão exame de proficiência em inglês PDF Imprimir E-mail
Publicada por Assessoria de Comunicação Social da Capes   
Segunda, 14 de Maio de 2012 16:37

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e representantes do British Council no Brasil anunciaram na manhã desta segunda-feira, 14, em Brasília, uma parceria para dar a dois mil estudantes de baixa renda a chance de fazer exame de proficiência em língua inglesa, gratuitamente. O acordo faz parte do programa Ciência sem Fronteiras dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O British Council, organização do Reino Unido, atua internacionalmente para estreitar relações culturais e criar oportunidades educacionais. Com a parceria, os britânicos farão um investimento de aproximadamente R$ 1,6 milhão, que financiará, além dos exames de proficiência, quatro mil livros preparatórios e 40 mil exames de nivelamento.

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Ao anunciar a parceria com o British Council, o ministro Aloizio Mercadante salientou que a língua ainda é um desafio a ser superado para abrir oportunidades aos estudantes brasileiros com maior mérito acadêmico (foto: João Neto - ACS/MEC)

Para essa parceria serão considerados de baixa renda os bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni); os beneficiários do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do programa Bolsa-Família; estudantes com renda familiar inferior a seis salários mínimos (R$ 3.732); candidatos que cursaram o ensino médio em escola pública ou em instituições particulares na condição de bolsistas. Para concorrer à bolsa, os candidatos devem ser indicados pelos coordenadores do Ciência sem Fronteiras e disputar uma das vagas do programa para o Reino Unido.

Também presente à solenidade, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, destacou a importância da língua inglesa para o acesso ao programa. "Mais de 30 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras têm o inglês como idioma necessário para o bom aproveitamento do estudante", disse.

Desafio — De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, a língua é um desafio a ser superado para abrir oportunidades aos estudantes com maior mérito acadêmico. Ele lembrou que um dos requisitos para participação no programa é o candidato obter, ao menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Muitos jovens pobres conseguem os 600 pontos no Enem, obtêm desempenho excelente nos estudos e estão habilitados a participar do Ciência sem Fronteiras, mas carregam uma deficiência na formação da língua do país ao qual querem ir", destacou.

Além das nações que têm o inglês como idioma oficial, Coreia do Sul, Bélgica e Holanda oferecem em inglês seus cursos vinculados ao Ciência sem Fronteiras.

(ACS/MEC)

 
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